domingo, 28 de julho de 2013

Leandro Konder: entrevista

Para conhecermos um pouco como pensa e sobre o que pensa Leandro Konder, proponho a leitura da entrevista que está no link: Entrevista Leandro Konder.

Após a leitura, comente nos espaços abaixo:
1) A frase do autor: "melhor participar da vida do que ficar ausente", em relação à sua biografia.
2) Para ele, quais os pontos positivos e as limitações de Karl Marx?
3) Como Konder vê a ideologia e a utopia?
4) Qual a análise que ele faz da arte em relação à indústria cultural?

Você pode iniciar um comentário sobre qualquer um desses pontos ou adicionar um comentário ao que o colega fizer. Bom trabalho!

3 comentários:

  1. Em relação ao primeiro ponto, a apresentação do entrevistado permite afirmar que sua biografia é coerente com a defesa que faz da participação efetiva na vida. Com efeito, segundo a entrevista, Konder foi militante do Partido Comunista, tendo sido, inclusive, exilado durante a ditadura militar após ser prisão e torturas.

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  2. Outro aspecto interessante da fala de Konder refere-se à quarta questão, ou seja, ao lugar de destaque que a arte genuína, interessada unicamente pelo "mundo da vida", ocupa no contexto ideo-histórico da indústria cultural. Segundo seu aforismo "a arte resiste à opressão da indústria cultural" porque, evidenciando o anseio humano por uma sociedade mais justa e, quiçá, mais humana, é capaz de não submeter-se aos ditames da "razõe mercantilista" ostentada pelo capitalismo utilitarista, em vista de um "coisificação" que tudo transforma em produto. "A indústria cultural é prepotente. Só que com todo a sua prepotência, não conseguiu eliminar o espeço da arte", pois a arte é uma atividade do espírito, uma espécie de "fôlego" que a alma humana, imersa no ar sufocante da "coisificação do mundo", pode tomar para não "ficar ausente da vida".
    Diego

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  3. Acerca da terceira questão, Konder escreve a obra “A Questão da Ideologia” tratando um dos conceitos mais relevantes de MARX, nessa obra expõe a influencia da ideologia na construção do conhecimento e como superar essa questão imposta pela divisão social do trabalho. Ele não propõe abandoná-la, mas utilizá-la para o nos estimula ao pensar, e a refletir de forma critica sobre as construções do espírito humano, e também com certeza sobre as construções do espírito da direita. E sobre a questão da utopia, ele nos apresenta como uma forma de lidar com o futuro, compreendendo de forma equivocada que o futuro a nós pertence. E essa confusão precisa se corrigida. Konder também nos apresenta o utopista como sonhador, mas age pouco.


    Paulo Stoney

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